Comportamento

O vídeo dessa semana é um dos meus favoritos do canal até agora. Por que? Porque parece que gravei um troço que eu mesma precisava ouvir… Isso já aconteceu com você? Você ler ou assistir a alguma coisa que fez/falou no passado e ela servir exatamente pra você? Porque aconteceu comigo nesse vídeo.

Foi num desafio que lancei lá no twitter e no snapchat (robertavicente) que percebi o quão isso pode ser importante não só pra mim, mas pro mundo inteiro. Se deixar ser transformado pelo amor não é uma das tarefas mais fáceis, mas não é a mais impossível.

 Alguém topa o desafio comigo? ♥

5 de abril de 2016 3 comentários
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Já tem um tempo que queria escrever sobre mim. Nunca estive entre o grupo de pessoas descoladas e confiantes da escola, nem tampouco me destacava pela beleza (ou falta dela). Sempre estive no grupo sem personalidade definida nas aulas. Você compreende o que eu digo? Não havia um nome que resumisse tudo o que eu era: não era a alegre, nem a popular, nem a patricinha, nem a nerd. Foram poucas as vezes que fui o centro das atenções de alguma coisa, e isso não me fez aprender a lidar com o rubor. Hoje eu ruborizo por qualquer coisa. Sempre me senti mais à vontade sozinha no meu quarto dançando, escrevendo, rindo e chorando. Eu amo ficar sozinha e hoje sei um dos motivos que me levaram a isso.

Se você disser qualquer coisa que leve algum tipo de atenção pra minha pessoa, mesmo hoje em dia, eu não vou saber lidar. Tenho sérios problemas com o rubor: fico vermelha por qualquer coisa, e um dos maiores motivos que me deixam assim é quando percebo que revelei um pouco do que eu sou de verdade e que as pessoas perceberam isso. Meu jeito retraído sempre me deixou mais confortável.

A verdade é que eu sou muito tímida.

“Mas olha os vídeos que você faz! Olha o seu snap!” Eles são o que eu sou de verdade, e por esse motivo sou apaixonada pelo que faço lá no youtube e aqui no blog também, e amo me sentir à vontade (isso não acontece com muita frequência, como você pode imaginar). Antigamente, pensava que era uma espécie de fobia social ou coisa do gênero, mas hoje sei exatamente do que se trata: falta de identidade. Hoje, com 21 anos, posso dizer que finalmente descobri o que sou de verdade. E essa identidade veio lá do alto.

Se você não acredita, tudo bem. De verdade. Só tô aqui contando o que me ocorreu, tá bem? Esse não é um daqueles textos compartilháveis e cheios de frases que podem ser colocadas em imagens bonitas pras pessoas postarem no facebook. É um relato sincero do meu coração pra você que me lê. Gosto muito de falar sobre identidade, porque a minha ainda vem sendo construída mas, como eu disse antes, isso só foi possível com muito amor e paciência do céu.

Uma das coisas que mais me prendeu na vida foi aquele tipo de pensamento que você, muito provavelmente, já teve: o que é que vão pensar de mim? Todo esse tempo sem saber o que sou de verdade me fez desenvolver uma capacidade incrível de agradar aos outros e me adaptar. Converso sobre qualquer coisa e desenvolvo muito bem qualquer assunto (inclusive os que não gosto). Dia desses ouvi uma frase incrível que dizia que amaneira mais fácil de nos esquecermos do que somos, era nos preocuparmos mais com o que os outros pensam de nós do que com o que Deus pensa de nós.

Quando me dei conta de que estava me preocupando com as coisas erradas, me senti perdida. O que eu gosto de fazer? O que eu gosto de comer? Que gênero literário me identifica? E à partir de questionamentos muito simples assumi a minha identidade.

Você não precisa mudar para agradar a alguém. Você não precisa gostar daquilo que não gosta para se sentir aceito, nem precisa rir de piadas que lhe causam nojo. Quando você perceber que a única pessoa com a qual precisa realmente se preocupar em agradar (e a única que aceita você como é e transforma tudo o que você tem em algo muito mais bonito) mora dentro de você é que você descobre quem é de verdade. Já disse Carl Jung, pai da psicologia analítica que “Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.”

Eu descubro coisas novas sobre mim todos os dias. E você?

12 de fevereiro de 2016 6 comentários
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Essa semana me bateu uma vontade maluca de ouvir The Black Eyed Peas. Foi quando, abrindo a página deles lá no Spotify, me deparei com uma música que embalou a minha pré adolescência, e ela dá título ao texto de hoje. Eu não entendia inglês naquela época, mas hoje tenho uma percepção muito maior da língua e quando ela começou a tocar, senti meu coração em chamas: como podem as coisas serem assim, tão atemporais? Nós precisamos tocar nesse assunto, porque não aproveitar o começo de um ano novo pra nos impulsionar a mudar?

Ouvir a expressão “não podemos mudar o mundo” me deixa bravíssima. O comodismo é a praga da nova geração, e nós precisamos combater ele com unhas e dentes. Como assim “não dá pra mudar o mundo”? Dá sim! Veja bem: se você mudar o seu mundo de maneira positiva e isso trouxer bons frutos ao seu dia a dia, como poderia isso não inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo com o mundo delas?

Sou fascinada em sentar em bancos de praça pra observar as pessoas caminhando. Você já experimentou imaginar que cada um de nós tem um mundo particular? Sim! Cada um de nós conhece um determinado grupo de pessoas, assim como cada um tem seus gostos, crenças, opiniões… E se cada um de nós fôssemos a mudança positiva no mundo e, assim, cada ser vivo passasse a se esforçar por um mundo mais bonito de se viver? Ah… Você não acredita?

8 de janeiro de 2016 9 comentários
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E essa é a grande notícia de hoje. Na verdade, é a grande notícia de todos os dias. O fim não existe, nem nunca existiu. Sabe o que a vida tem de mais bonito? Ela é cheia de recomeços. Gosto de encarar aquilo que as pessoas chamam de “fim”, como um acontecimento. O acontecimento de terminar a graduação, o acontecimento de terminar um relacionamento, o acontecimento do término da vida de alguém que amamos (e até mesmo da nossa) (a eternidade tá aí pra isso, não é mesmo?). Finais doloridos muitas vezes nos fazem sofrer (porque toda mudança é assim), mas a missão de hoje é desmistificar o final das coisas. Vamos?

A vida é cheia de oportunidades, e todos os dias temos uma infinidade de novas chances para errar, certo? Acontece que o mesmo número de chances que possuímos para errar, possuímos para acertar. São riscos! Já parou pra pensar se as coisas dessa vida nunca tivessem um fim? Nós seríamos os mesmos pra sempre, e eu não quero nem pensar na dor que seria viver assim. Deus me livre! Eu amo mudar. Tem gente que treme horrores só de pensar numa coisa dessas, e todos temos esse direito, mas cá entre nós: você sonha, certo? Se você vive a vida dos seus sonhos, quero desejar que cada vez você se sinta mais e mais realizado nisso. Mas se você é como eu e está em busca disso, preciso te contar uma coisinha: nós vamos precisar mudar. Vamos precisar colocar um fim em algumas coisas. Vamos precisar viver alguns “acontecimentos” hora ou outra. Desculpe desapontar.

28 de dezembro de 2015 12 comentários
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Você consegue sentir? Sentir a cabeça mais leve, as preocupações distantes… Consegue perceber o quão mais fácil pode ser viver o exato momento em que estamos aqui, eu e você? Percebe a oportunidade que estamos tendo? Hoje é 17 de dezembro de 2015, e eu preciso avisar a você que o whatsapp parou de funcionar (só que muito provavelmente você já baixou o telegram ou o viber) e mais que isso, quero te alertar acerca da oportunidade maravilhosa que estamos tendo de desapegar para viver. Eu não sei o motivo da bruta mudança, nem tampouco quero procurar: eu quero viver isso. Você consegue compreender o que estou dizendo? Sendo mais objetiva, temos finalmente uma “desculpa” linda e completamente justificável para dizer às pessoas “estou vivendo, perdoe não responder no whats”.

Parece fácil ficar do lado de cá julgando você e sua dependência de comunicação, mas quero muito te avisar que estou escrevendo isso para mim. Estou abrindo os meus olhos, então sinta-se convidado a fazer o mesmo (se estiver disposto).

O tempo todo, em todos os lugares e em absolutamente todos os meus grupos sociais me deparo com pessoas que não levantam seus olhos para ouvir o que o outro tem a dizer, e tenho certeza de que você há de concordar comigo porque já viu e viveu as mesmas coisas. O silêncio é uma oportunidade para baixar a cabeça e retirar-se momentaneamente de qualquer lugar. Você está onde a sua mente está, e mexendo no celular numa roda de amigos abrindo os ouvidos para as histórias dos outros é o que você menos está fazendo. Mexer no celular é o bocejo da nova geração.

17 de dezembro de 2015 10 comentários
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