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Hillsong

Se tem coisa que eu mais faço no youtube nessa minha vida, essa coisa é assistir pregações e ministrações. Seja em inglês ou português, existem palavras que tocam no fundo da minh’alma. Bethel, Hillsong, Laura Souguellis e muitos outros ministérios tem abençoado a minha vida de um jeito impressionante. Foi muito difícil escolher 3, mas tenho certeza de que de uma forma ou de outra algumas delas vai falar ao seu coração.

  1. King of my Heart (Bethel Music)

Essa é a minha favorita de longe. A Stefany Gretzinger é uma nas minhas ministradoras favoritas no ministério da Bethel (junto com o Jeremy Riddle) e espero muito poder assisti-los um dia. Dessa música, existem 2 versões disponíveis online, mas essa é a minha favorita. Nela, ela começa falando que todos nascemos com asas, e não precisamos ter medo de voar. Essa ministração com adoração espontânea de King of my Heart é um presente dos céus na minha vida, e eu quero muito que você ouça.

14 de março de 2016 4 comentários
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De uns tempos pra cá a correria do dia a dia veio tomando o meu tempo de uma maneira que, aos pouquinhos, foi roubando a minha luz. Aqueles que andam comigo perceberam, e eu pedi muito ao Papi pra que Ele, de maneira alguma, permitisse que eu me afastasse Dele. Sabe quando um vagalume brilha bem fraquinho? Andei me sentindo assim.

Foi então que Ele, mais uma vez, usou a vida de vocês, meus leitores, pra me dizer algumas coisas.

Oi, Beta <3
Durante essa semana senti algo me dizendo pra te escrever isso, algo que inquietava meu coração.

Parece que já sabemos o porquê disso, não é mesmo?

Bom, eu tenho 18 anos e nasci em uma família evangélica. 2 anos antes de eu nascer minha mãe aceitou Jesus como seu Salvador, então ela me criou na igreja. Eu sempre ia com ela e gostava muito de estar lá, mas nunca tomei uma decisão ao lado do Senhor. Quando eu completei uns 13 anos, fui perdendo a vontade de ir pra igreja. Passava uma, duas, três semanas e até mesmo meses sem ir na igreja, mas nunca deixando realmente de ir. Eu ia, participava dos cultos, mas nunca entregava minha adoração a Deus, nunca sentia a presença Dele, mas tinha algo lá que me prendia. Aos 14 anos, eu percebi que eu tinha que tomar alguma decisão: ou sair da igreja, ou aceitar Jesus e mudar de vida. Então eu escolhi O aceitar, mas eu não orava, não buscava… Eu era uma menina MUITO influenciada pelos outros. Na escola ninguém sabia que eu era evangélica porque eu não me comportava como uma pessoa que tinha Cristo habitando no coração. Eu falava muito palavrão, tinha uns amigos que não acreditavam em Deus e muitas vezes estava lá quando eles zombavam do meu Senhor. Foi assim até meus 16 anos, fazendo tantas coisas que não agradavam a Deus, mantendo uma personalidade dentro da minha casa e da igreja e outra quando estava no mundo. Mas apesar de tudo isso, tinha uma coisa que me mantinha na igreja.. Eu simplesmente não conseguia deixar de ir.

Algo muito (muito mesmo) parecido com a minha própria história.

No final de 2014, teve um congresso de jovens na minha igreja e uma coisa que me marcou muito foi um momento em que o pastor falou “se você, jovem que está na igreja mas não tem um compromisso com Deus, quiser assumir esse compromisso, eu peço a você que venha aqui na frente. Mas eu quero que você venha REALMENTE querendo assumir um compromisso sério, do contrário, a minha oração é que Deus tire você da igreja, porque não há nada pior que estar na casa do Pai sabendo que vai pro inferno”. Aquilo me marcou de uma forma tremenda e então, eu fui lá na frente. E ali eu falei com o Senhor, e disse a Ele que não queria estar em outro lugar que não fosse na presença Dele. Pedi a Ele que não me afastasse Dele, e que me perdoasse. E comecei o ano de 2015 com a certeza de que iria mudar de vida, e mais uma vez, eu não me esforçava, eu não buscava, eu não orava…

Parece que temos mais uma Betinha perdida no mundo (pelo ou menos uma com uma história muito parecida).

29 de fevereiro de 2016 4 comentários
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Postagens com trilha sonora são uma ideia que eu tive pra você se aproximar ao máximo daquilo que sentia enquanto escrevia. “Oceans” é a música que marcou a minha vida nesse assunto, não se espantem ao vê-la muitas vezes por aqui. E eu gostaria muito que antes de começar a ler, você desse o play.

Andei durante muitos anos sem rumo, no escuro. Vivia triste, vazia, cheia de mim e dos meus problemas. Eu tenho tanto a contar… 2015 foi um ano difícil, e muitas coisas ainda precisam acontecer antes que eu possa contar todos os detalhes, mas sinto que devo explicações. Não que eu deva, de fato, mas você precisa saber o que aconteceu comigo (ou pelo ou menos uma parte da maravilha que me aconteceu) porque eu já não consigo guardar só pra mim. O que eu quero te contar? Que eu nasci de novo. Que mudei tanto, que nem me reconheço mais. Que já não sou a mesma moça do começo desse ano, e que isso me faz a pessoa mais feliz desse mundo inteiro. As pessoas mais próximas a mim podem confirmar isso a você, não estou exagerando (e se você é uma delas, sei que precisa ler isso também). Decidi te contar um pedaço dessa história, porque sinto isso de maneira sobrenatural no meu coração (e quero te informar que não vem de mim).

Não sei se vai tocar seu coração. Não sei se é aquilo que você precisa ler exatamente agora. Não sei de nada.

Mas meu Pai sabe, então eu obedeço.

Foi quando eu perdi as minhas esperanças que Deus me encontrou. Engraçado como Esse cara gosta de fazer dessas: nos buscar no meio da sujeira. Nos buscar onde nem nós mesmos iríamos se precisássemos nos resgatar. Mas nós não somos como Ele. Eu não sou. Santo, puro, perfeito e mesmo assim insistiu em me buscar. Tão pequena, teimosa, miserável, pecadora. O que você precisa saber é que eu andei por muitos anos no meio do deserto, sem conhecer a face do Pai. Sem reconhecer a sua paternidade.

E como uma brisa suave, mas ao mesmo tempo assustadoramente cheia de graça, num susto, o Criador de todas as coisas me encontrou. Ele veio a mim. Ele me deu a oportunidade de amá-lo, mas por que me amou primeiro. E cara, que oportunidade. Eu não esperava. Eu não imaginava. Chorei por dias seguidos, sem compreender o que era aquilo que queimava dentro de mim. Sentia vontade de gritar. Vontade de espalhar as maravilhas que o Senhor havia feito pelo mundo. E eu queria que todo o mundo, o mundo inteiro, experimentasse uma pontinha desse amor. E esse amor me consumia. Consumia tudo o que de ruim em mim havia.

22 de dezembro de 2015 29 comentários
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